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Terça-feira, 12 de Maio 2026
Nasa cancela estação orbital e anuncia base de US$ 20 bilhões na Lua
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Nasa cancela estação orbital e anuncia base de US$ 20 bilhões na Lua

Jared Isaacman, novo chefe da agência, redireciona programa Artemis para focar em infraestrutura de superfície; construção da base lunar deve ser concluída em sete anos.

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A agência espacial dos Estados Unidos (Nasa) anunciou, nesta terça-feira (24), uma mudança drástica em sua estratégia de exploração lunar. O novo administrador da agência, Jared Isaacman, confirmou o cancelamento da Lunar Gateway uma estação que ficaria na órbita da Lua para concentrar todos os esforços e recursos na construção de uma base fixa na superfície lunar. O projeto está orçado em US$ 20 bilhões e tem como meta estar operacional nos próximos sete anos, intensificando a corrida espacial contra a China.

A decisão interrompe o desenvolvimento da estação orbital que já estava sendo fabricada por empresas como Northrop Grumman e Vantor. Segundo Isaacman, os componentes e contratos firmados com parceiros internacionais serão reaproveitados para apoiar operações sustentadas diretamente no solo lunar. Embora a transição técnica de equipamentos orbitais para uso em superfície apresente desafios complexos de engenharia, a prioridade agora é estabelecer uma presença humana permanente e funcional antes do final desta década.

Corrida Lunar e Reaproveitamento de Tecnologia

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Originalmente, a Lunar Gateway serviria como um posto de transferência e laboratório de pesquisa para astronautas antes da descida à Lua. Com a reformulação do programa Artemis, a Nasa busca acelerar o cronograma para garantir a dominância tecnológica na região, especialmente após os avanços chineses que planejam um pouso tripulado até 2030. As empresas do setor aeroespacial já trabalham para adaptar os contratos bilionários à nova urgência imposta pela gestão de Isaacman.

A mudança de planos reflete uma visão mais pragmática e voltada para a exploração de recursos in situ, como a extração de gelo e minerais. O foco na superfície permite testes mais diretos de tecnologias que serão fundamentais para futuras missões a Marte. Apesar das incertezas sobre o hardware já produzido, a agência acredita que a unificação de esforços em um único objetivo de solo reduzirá a complexidade logística de longo prazo e consolidará a infraestrutura necessária para a nova era da economia lunar.

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FONTE/CRÉDITOS: Joey Roulette - Repórter da Reuters - 20

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